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OS
TESTES NUCLEARES SUBTERRÂNEOS
Por mais incrível
que possa parecer, o representante máximo de nosso País fez assinar o acordo
de não proliferação de armas nucleares.
Isto, imposto por países que detém aquela tecnologia e não pouparam o
planeta de centenas e centenas de explosões nucleares subterrâneas e só
passaram a pregar a sua eliminação quando se deram por satisfeitos.
A mídia sempre declarou que tais testes eram efetuados para o
desenvolvimento daquela tecnologia, quando todo mundo sabe que, nos países
desenvolvidos, qualquer universitário aplicado em física é capaz de produzir
aqueles artefatos, desde que tenham acesso ao Plutônio necessário para a sua
produção. Daí a pergunta, qual
então a necessidade daqueles testes se qualquer universitário é capaz de
produzi-las.
Não é necessário ser um gênio para se descobrir que outros fatores
devem ter conduzido as nações que dominam aquela tecnologia à utilização de
tantos e tantos testes e, daí, extrai-se inúmeras conclusões, entre as quais:
Os diamantes são compostos carbônicos submetidos a imensa pressão, ou
seja, o mesmo material que compõe o carvão, o carbono,
é capaz de produzir o mineral mais cobiçado do planeta, vide África do
Sul. Como já visto em livro
recentemente lançado nos Estados Unidos, que especula sobre a crise de produção
energética naquele País, a moeda norte-americana não passa de um engodo, pois
já fora produzido mais papel do que aquela nação poderia efetivamente honrar,
quer seja pelas suas reservas em ouro que não cobrem a décima parte do
papel-moeda efetivamente emitido, quer seja pelo astronômico déficit orçamentário
interno e de comércio internacional daquela nação; Mas, é claro, não podemos nos ater apenas ao valor dos diamantes para justificar os testes nucleares subterrâneos, pois seria uma visão bastante limitada das possibilidades de tais testes e, abrindo um pouco a imaginação, concluímos, facilmente, que outros minerais podem ser obtidos de explosões nucleares subterrâneas que liberam uma pressão inimaginável e uma temperatura superior à da superfície do sol, isto sem falar nas possibilidades da criação de imensas câmaras subterrâneas, cujas paredes, forjadas sobre extrema pressão e temperatura, poderiam servir, sabe Deus, para que fins. Na verdade, somente a mediocridade da visão de uma ciência pobre em tecnologia, que alcança apenas o relacionamento dos indivíduos nas sociedades, como a sociologia, pode levar uma nação inteira a subjugar-se para que possamos participar como marionetes em um Conselho de Nações Unidas onde o efetivo poder é determinado por aqueles que por uma “GRAÇA DIVINA”, são possuidores do efetivo poder de veto sobre qualquer decisão tomada, mesmo que estas tenham sido apoiadas pela totalidade das outras nações. Triste destino a do terceiro mundo, quando os seus governantes não passam de “inocentes úteis”.
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