Orientação Sexual

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Existe um entendimento de que o dinheiro é a mola do universo.

Ledo engano, o dinheiro é apenas o meio mas, a sexualidade, o verdadeiro fim.

O homem não faz nada que não seja pela mulher e vice-versa.  Por conseguinte, a sexualidade é a verdadeira mola do universo.

Sendo assim, não utilizar esta energia visceral e inesgotável no desenvolvimento das sociedades é, no mínimo, uma total estupidez, principalmente em um país como o nosso, predestinado a dormir eternamente em berço esplêndido.

Dominar e utilizar as forças da natureza é, em princípio, uma atribuição para os Físicos, os Químicos e os versados nos princípios da Mecânica.  Contudo, a força da sexualidade deve ser manipulada pelos Psicólogos e pelos Sociólogos que trabalham a mente humana e suas relações intersociais.

Para estes, conclamo o uso da sexualidade como mola propulsora do desenvolvimento social, utilizando-se a massa da consciência em formação para a transformação da sociedade brasileira, fazendo que, em uma única geração, tenhamos uma completa reviravolta nos destinos da nação brasileira que, pelo seu próprio povo, abrirá novos e alviçareiros rumos para o País.

Como instrumento desta manipulação, indico a ORIENTAÇÃO SEXUAL EM SALAS HOMOTÍPICAS, nas quais, professores orientão os alunos e professoras orientarão as alunas, em salas separadas que evitem o despertar da líbido, destruindo o valor didático da matéria, enaltecendo a responsabilidade do ato sexual em suas consequências reprodutivas no lugar do livre arbítrio destas relações e ensinando, às meninas, o verdadeiro poder que possuem sobre os seus parceiros nos caminhos da responsabilidade social pois, não fosse isto, não haveria a assertiva de que por trás de um grande homem existe sempre uma grande mulher.

Desta forma, quando as meninas de 8 (oito) anos de idade, começarem a perguntar aos seus namoradinhos o que eles serão na vida, todo um futuro será erguido pois o tal namoradinho passará a vida querendo responder àquela pergunta, sendo isto, mais forte do que o conselho dos pais, dos pscólogos, dos pedagogos ou dos religiosos, e não chegarão eles ao vestibular sem saber o que serão na vida.

Na verdade, a objetividade dos povos é que constroi as grandes nações e jamais acordaremos do berço esplêndido se não alcançarmos esta objetividade.  Sem rumos não teremos destino e sem destinos não teremos uma nação soberana e realmente independente.

 

 

 

 

 

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